Hoje, dia 13 de maio de
2013, Wesoly Dom completa 13 anos de existência!
São anos de uma batalha
gigante que só quem acompanha ou participa de um grupo folclórico sabe como é, não é facil mas ao final de tudo vemos que vale a pena.
São anos de um trabalho que possuí um único e exclusivo objetivo:
MANTER A
CULTURA POLONESA VIVA EM NOSSA CIDADE.
São feitos de momentos bons,
momentos ruins, mas que todos fazem parte da vida. Wesoly Dom trabalha com pessoas, e
é graças a essas pessoas que o grupo conseguiu se erguer, e mais importante que
isso se manter firme na sua trajetória.
E
é a estas pessoas o mérito de o grupo estar hoje completando 13 anos.
São três viagens para a
Polônia com turnê em diversas cidades, viagens a diversas cidades do sul do
país levando o nome do grupo e representando a cidade. Participações em
festivais, aulas de polonês, realização de festas e eventos na Chácara do
Soczek, onde é a atual cede... Enfim, nestes 13 anos foi possível agregar
grandes realizações graças ao esforço e dedicação dos dançarinos e de uma
equipe de apoio que ama acima de tudo o que faz.
Wesoly Dom 13 anos – A conquista é nossa !
Abaixo algumas fotinhas e vídeos para quem ainda dão conheçe o grupo...
Dançarinos antigos que tiverem fotos e vídeos, entrem em contato pelo e-mail: wesolydom2011@hotmail.com
Saiu nesta quinta-feira dia (02) de maio, o resultado da seleção para a edição do 14º Festfolk - Festival Nacional de Danças Folclóricas de Blumenau, que é realizado todos os anos na Vila Germânica. Mais uma vez o Wesoly Dom terá a honra de participar de mais uma edição que conta com uma integração de diversos grupos folclóricos do país, com várias etnias diferentes como ucranianos, alemães, russos, italianos, além da polonesa e grupos que trazem o próprio folclore brasileiro.
Em paralelo ao Festfolk também é realizado a Feira da Amizade, este ano a exposição que acontece nos três setores do Parque Vila Germânica pretende receber mais de 200 expositores entre clubes de mães, organizações não-governamentais (ONGs), artesãos e clubes de serviço.
O evento tem o apoio cultural do governo do Estado de Santa Catarina - Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte e Funcultural.
A edição do ano passado contou com um público nos seus três dias de realização, de aproximadamente 61 mil pessoas, tendo 54 apresentações folclóricas. Teve presença de três regiões brasileiras: Nordeste, Sudeste e Sul. “Além da diversidade étnica e cultural, o festival contribuiu para o fortalecimento da formação do público por meio da qualidade técnica dos grupos e da variedade dos figurinos apresentados”, comentou Rolf Geske, coordenador do Festfolk. ( Fonte: http://www.blumenau.sc.gov.br/gxpsites/hgxpp001.aspx?1,1,442,O,P,0,PAG;CONC;442;1;D;10947;1;PAG;, - Texto de Sérgio Antonello)
Lembrando que o evento é aberto a todos os públicos, para maiores informações acessar o site da Prefeitura de Blumenau:
Essa semana o post é sobre alguns dos mais conhecidos palácios e castelos da Polônia, um pouco da história de apenas dez dos inúmeros que existem, são pontos de referência turístico e considerados uns dos mais belos em toda Europa.
JJEspero que gostem !!JJ
1 - Palácio Wilanów
O Palácio Wilanów está localizado no município de Wilanów, juntamente com o seu parque e outros edifícios, formam um dos mais preciosos monumentos da Cultura Nacional Polaca. Ele sobreviveu às Partições da Polonia e a guerras, preservando as suas autênticas qualidades históricas.
É lembrado como sendo a versão polonesa do Palácio de Versalhes, Wilanów significa Cidade Nova.Conta-se que a semelhança entre Versalhes e Wilanów deve-se em grande parte aos monarcas de França e Polônia, na época. Tanto Luiz XIV quanto Jan Sobieski eram católicos – na época a Europa estava conturbada por disputas entre católicos e protestantes – subiram ao trono na mesma época e admiravam os mesmo estilos arquitetônicos. A própria situação dos palácios, próximos das capitais, mas ao mesmo tempo convenientemente afastados, era semelhante. (http://www.viagensimagens.com/cast_wilanow.htm)
O Palácio Wilanów foi construído para o Rei polaco Jan III Sobieski, no último quartel do século XVII, e mais tarde foi ampliado por outros proprietários. As elevações e interiores do palácio, usando símbolos antigos, glorificam a família Sobieski, especialmente os triunfos militares do Rei.
Atualmente a propriedade é administrada pelo governo, e é uma das principais atrações turísticas de Varsóvia. Ao adentrar no palácio os visitantes serão conduzidos através de um verdadeiro labirinto de salas, salões e corredores, profusamente adornados com milhares de peças artísticas.Também os jardins de Wilanów são um requinte de bom gosto, lembrando em muito aos de Versalhes.
Wilanów
2 - Castelo de Ujazdów
O Castelo de Ujazdów (Polaco: Zamek Ujazdowski) é um castelo na região histórica de Ujazdów, entre o Parque de Ujazdów e o Parque dos Banhos Reais (Łazienki Królewskie), em Varsóvia, Polónia.
O primeiro castelo no local foi erguido pelos Duques da Mazóvia, no século XIII. Contudo, no século seguinte, a sua corte moveu-se para o futuro Castelo Real de Varsóvia, pelo que o castelo de Ujazdów foi praticamente abandonado.
No Século XVI, uma casa senhorial foi construída para a Raínha Bona Sforza.
Ujazdów
3 - Castelo de Łańcut
O Castelo esta localizado na cidade de Łańcut no sul da Polônia. Do século XVII, este grande edifício abrigou as famílias nobres Pilecki, Stadnicki, Lubomirski e Potocki. Hoje o castelo tornou-se um grande museu.
Encomendado por Stanislaw Lubomirski, em 1629, o edifício foi concluído em 1641 pelo arquiteto Maciej. Em 1775 tornou-se então de propriedade de Izabela Lubomirska, sendo ampliado e remodelado seu interior pelo arquiteto Vincenzo Brenna. A partir deste período, o palácio ganhou um salão neoclássico e grande sala de jantar, bem como extensos jardins com pavilhões.
No século XIX, a propriedade do edifício passou para a família Potocki. De 1889 a 1914, o penúltimo dono, Roman e Elżbieta Potocki, fez o palácio ser reestruturado passando por uma reforma.
Łańcut
4 - Castelo de Kliczków
O castelo do vilarejo de Kliczków, na Baixa Silésia, é um verdadeiro conto de fadas! Erguido no século 13, em meio a uma floresta, o local sobreviveu no decorrer dos séculos a guerras e disputas. Desde 2001, após diversas reformas, virou um hotel com diárias a partir de 300 zloty.
O Castelo de Malbork foi construído pela Ordem dos Cavaleiros Teutônicos, uma ordem religiosa católica romana alemã de cruzados. Situa-se cerca de 60 quilômetros a sudeste de Gdansk, na cidade polaca de Malbork. A ordem chamou-lhe Marienburg (Castelo de Maria), o mesmo nome que receberia a cidade que cresceu à sua volta.
Construído por Siegfried von Feuchtwangen a mando dos Czernichovscki, o castelo encontra-se em posição dominante sobre a margem direita do rio Nogat, afluente do Vístula, sendo assim acessível aos navios mercantes e às barcaças. Este era inicialmente um convento, depois transformado num castelo com todos os efeitos. Em constante evolução durante quase duzentos e trinta anos, o castelo é o exemplo clássico de uma fortaleza medieval. Aquando da sua conclusão, em 1406, era o maior castelo gótico de tijolos no mundo.
A UNESCO designou o "Castelo da Ordem Teutônica em Malbork" e o seu museu como Patrimônio Mundial da Humanidade em Dezembro de 1997. É um dos dois sítios classificados pela UNESCO na região com origens na Ordem Teutônica, sendo o outro a "Cidade Medieval de Thorn" (Toruń), fundada em 1231 como sítio do castelo Thorn.
Malbork
6 - Castelo de Książ
Lendas e o sobrenatural atraem a castelo polonês. Depois da meia-noite, dizem, o espírito de Daisy von Hochberg-Pless é presença sentida naquele que foi seu recinto favorito, ao tempo em que viveu em Ksiaz (1892-1922) - uma propriedade de 400 cômodos, que a inglesa tornada princesa por meio do casamento dizia odiar pela falta de banheiros. Dizem ainda que ela, um "fantasma do bem", usa um vestido branco e gosta de tocar piano ali na sala, uma das mais simples do castelo erguido sobre a rocha (395 metros acima do nível do mar) cuja história remete ao século 10 e a uma lenda digna da saga arturiana.
Książ é um castelo na Silésia/Polónia em Wałbrzych. Foi construído em 1288-1292 sob mando de Bolko. Encontra-se dentro de uma área protegida chamada Książ Landscape Park.
A fortificação original foi destruída no ano de 1263 por Ottokar II da Boêmia. Bolko I, Duque de Świdnica e Jawor construído um novo castelo entre 1288 e 1292. Duke Bolko II de Świdnica morreu em 1368 sem ter filhos com sua esposa Agnes von Habsburg, após sua morte no ano de 1392 o rei Venceslau IV da Boêmia obteve o castelo; passado para
Janko z Chociemic no ano de 1401. Os hussitas Bohemian ocuparam o castelo entre 1428-1429. No ano de 1464 Birka z Nasiedla conquistou o castelo e a coroa de Bohemian.
Birka z Nasiedla venderam a Hans von Schellendorf. A segunda construção do castelo foi destruída em 1482 por Georg von Stein. No ano de 1509 Konrad von Hochbergse tornou dono da colina do castelo; em 1941 a família tomou pose da edificação. O castelo foi ocupado pelo Exército Vermelho em 1945, onde quase todos os artefatos foram perdidos ou destruídos.
Książ
7 - Castelo de Torun
Torun deve suas origens à Ordem Teutônica, que construiu um castelo lá em meados do século 13 como uma base para a conquista e a evangelização da Prússia. Ela logo se desenvolveu um papel comercial, como parte da Liga Hanseática. No Antigo e Cidade Nova, os muitos imponentes edifícios públicos e privados dos séculos 14 e 15 (entre eles a casa de Copérnico) são prova evidente da importância de Torun.
O Castelo Real de Wawel, situado na colina Wawel da cidade de Cracóvia, Polónia.
Tem torres e muralhas que nossa memória infantil deseja ver, mas todas as atenções estão voltadas para a Catedral e a área do palácio, que contém os Apartamentos Reais Privados e os Salões de Estado.
A magnífica catedral, com sua planta nada óbvia, é o local de repouso final de uma infinidade de importantes religiosos e antigos monarcas poloneses. Destaque para a capela de Sigismundo, que guarda o corpo dos reis Sigismundo I e II, e o mausoléu de Santo Estanislau. Capital do país de 1038 a 1569, aqui estão os restos de 39 dos 45 monarcas do país. Aqui também estão enterrados heróis nacionais como Tadeusz Kosciuszko e de poetas como Adam Mickiewicz.
Já a área do palácio é um tour por uma série de aposentos com serena decoração. Muito além da simples ostentação, os amplos e claros salões que envolvem o grande pátio, dão uma clara noção de nobreza e poder. Só é possível visitar o palácio em tours guiados e com horário marcado.
História de Varsóvia: As origens da cidade remontam à Idade Média e por isso a cidade Velha ou Stare Miasto é um burgo muralhado (reconstruído meticulosamente) que é da Idade Média e da época do Renascimento. Mas o crescimento da cidade inicia-se verdadeiramente no século XIV, em redor do castelo dos Duques de Masóvia, sendo elevada a capital do reino nos finais do século XVI, após o incêndio de Carcóvia. Foi ocupada pelos Suecos e pelos Russos diversas vezes e fez parte do Império Francês de Napoleão Bonaparte como capital do grão-ducado de Varsóvia.
O ducado de Mazóvia surge no contexto da fragmentação do Reino da Polónia, em 1138, após a morte de Bolesław III. E foi por vontade de Boleslaw III que a Mazóvia foi governada pelo seu filho, Boleslaw IV, mais tarde Grande Príncipe da Polónia, e outros duques da Mazóvia da linhagem da dinastia Piast.
Entre os duques da Mazóvia, Boleslaw IV foi Grão-duque da Polónia de 1146 a 1177, enquanto Konrad I foi Grão-duque de 1229 a 1232 e de 1241 a 1243. Konrad I foi quem pediu ajuda à Ordem Teutónica contra os pagãos Prussianos. Quando o reino da Polónia foi restaurado em 1295 com a coroação de Przemysł II, o ducado da Mazóvia manteve-se independente. Mas em 1351 os duques tornaram-se vassalos dos reis da Polónia, enquanto que a diocese de Płock sempre fora pertença do episcopado polaco de Gniezno.
De 1385 a 1462 o ducado de Belz foi integrado no ducado da Mazóvia. Mas o último duque e Piast mazóvio, Janusz III, faleceu em 1526, incorporando a Mazóvia no Reino da Polónia.
A fortificação de madeira já havia sido erguido em Dobczyce durante o reinado dos primeiros membros dos Piasts (por volta do século 10). Segundo a lenda, o castelo foi construído por um dos que eu Mieszko guerreiros - Dobek, que chegou a esta terra, juntamente com seus filhos. Władysław Jagiełło ordenou a conservação do castelo e os rendimentos doados a partir da Mina de Sal de Wieliczka para esta finalidade.
Em seu momento de pico do castelo abrigava 70 quartos e três torres. Kazimierz Jagiellończyk mudou o castelo em uma academia para seus filhos. No século 16 problemas financeiros forçaram Stefan Batory para entregá-la a Sebastian Lubomirski, que converteu em uma residência renascentista. No século 18, o castelo foi completamente deserta. Durante a Revolta de Novembro de 1830 as suas paredes foram desmontadas e utilizadas para construir uma igreja próxima, que foi lá para apresentar dias. Na década de 1960, as obras de remodelação foram realizadas. Atualmente o castelo abriga um Museu Regional de PTTK - Sociedade de Turismo polonês País-amante.